29 de setembro de 2012

Falece Dom Antonio Maria Mucciolo


Hoje, 29 de setembro, de 2012 os céus recebem Dom Antonio Maria Mucciolo.

Dom Antonio Maria Mucciolo nasceu em 1 de maio de 1923, na pequena cidade Castel San Lorenzo na Itália. Seus pais, Francisco Mucciolo e Dona Angelina Passaro, vieram para o Brasil com Antonio ainda pequeno.

A família saiu do país de origem devido a uma ameaça de guerra, inicialmente moraram em São Paulo, e pouco tempo depois mudaram para Sorocaba.

Desde pequeno Dom Antonio mostrava interesse pela igreja e ingressou na vida religiosa ainda criança. Foi coroinha na Catedral da cidade, tendo como seu mentor o Padre André Sobrinho, este que o acompanhou, inspirou e ajudou o pequeno Antonio.

Dom Antonio recebeu sua ordenação no ano de 1934, e sua primeira nomeação foi para o cargo de Vigário Cooperador da Catedral de Sorocaba.

Mais tarde mudou-se para Barretos, sentiu em seu coração um desejo de um lugar reservado para oração. Foi então, que idealizou a construção de um Seminário para formar os novos Sacerdotes, uma casa de encontros e um centro de espiritualidade.

Com a ajuda de fieis dispostos em proclamar a boa nova nasceu a “Cidade de Maria”, entre esses fieis estava João Monteiro de Barros Filho, incentivador e também devoto de Nossa Senhora.

Dom Antonio permaneceu na Diocese de Barretos por 12 anos, em 3 de setembro foi transferido pelo Papa para ser Arcebispo de Botucatu. Seu lema sacerdotal era: “Sentire cum Ecclesia” (Sentir com a Igreja).

Dom Antonio foi presidente do Instituto Brasileiro de Comunicação Cristã (INBRAC), associação jurídica autônoma e produtora independente, que colabora para o crescimento da REDEVIDA e zela pela veiculação de uma programação com responsabilidade social, sob inspiração cristã, voltada para os interesses da família brasileira.

“Tudo o que nos sucede na vida é criado, primeiro, em nossos pensamentos, nossas realizações são produtos dos nossos pensamentos, dos nossos sonhos”, com esse pensamento Dom Antonio juntamente com João Monteiro de Barros Filho fundou a primeira TV Católica brasileira, a REDEVIDA de Televisão.

Dom Antonio, foi um exemplo de que é possível viver em Cristo um chamado tão maravilhoso quanto o sacerdócio, foi um comunicador, entusiasta, e um visionário da Igreja, que lutou até seus últimos dias por uma perfeita vivência cristã, com base nos ensinamentos de Deus.

É com saudade e orgulho que a REDEVIDA lembra da trajetória de Dom Antonio, que cumpriu a fio sua missão de levar a palavra, conforto e os ensinamentos de Deus aos quatro cantos do país.

25 de setembro de 2012

"100 MIL ACESSOS" com você!

Chegamos a marca de mais de 100 mil acessos. E claro, você faz parte desta alegria. 

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2 - Do sorteio: Será realizado no dia 25 de novembro de 2012, às 19h00, horário de Brasília, com a auditoria dos membros do conselho do blog. Será da seguinte forma: O nome dos concorrentes, que estão de acordo com as normas desta promoção, serão depositados em uma urna e um membro do conselho sorteará um cupom.
3 - Do prêmio: Será sorteado uma Agenda Canção Nova 2013, Jesus Misericordioso.
4 - Da entrega do prêmio: Aos de perto, pessoalmente. Aos de longe, Correios. O prazo para entrega será relativo.
5 - Da participação: Todos que "curtirem" a fan page "Turma do Crisma" via a rede social Facebook, compartilhar e curtir o banner promocional correspondente a promoção "100 MIL ACESSOS".
6 - Dos direitos: Essa é uma promoção que não tem relação nenhuma com nossa Comunidade base e nem com nossa Paróquia. Ela é fruto do serviço que prestamos na internet com o blog "Turma do Crisma".
7 - Considerações finais: Participe apenas aquele que concordar com as condições descritas. O uso de sua foto e nome poderão ser utilizados para fins de prestação de contas da promoção. Requerer o prêmio até o dia 12 de dezembro de 2012, às 23h59. Boa sorte!

Dúvidas, turma.crisma@gmail.com

24 de setembro de 2012

Libertando-se do vício da pornografia

O vicio da pornografia é um mal que tem entre suas vítimas homens, mulheres, jovens e até crianças. É uma perversão que tem destruído famílias e levado muitas pessoas à compulsão sexual. Em 2011, uma pesquisa realizada por uma revista cristã (ChristianNet), nos Estados Unidos da América, revelou que 50% dos cristãos daquele país acessam páginas pornográficas.“Muitas vezes, aqueles que entram em contato conosco, procurando ajuda, não partilharam o problema com ninguém, por isso sofrem em silêncio”, diz Ken James do site christiananswers.net

“A pornografia conciste em retirar os atos sexuais, reais ou simulados, da intimidade dos parceiros para exibi-los a terceiros de maneira deliberada. Atenta contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes, público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito” (Catecismo da Igreja Católica – 2354)


“O que há na pornografia é uma forma de olhar a pessoa como objeto de consumo. Os rapazes, por exemplo, andam no mundo selecionando mulheres como num tabuleiro de frutas, como puro objeto de consumo; eles não olham aquela pessoa, que está numa cena pornográfica, como alguém que tem alma”, diz padre Paulo Ricardo.

Números da pornografia no mundo

Segundo pesquisas, o número de pessoas que buscam conteúdos pornográficos crescem de forma avassaladora, sobretudo com o fenômeno da internet.

  • São 28. 258 mil usuários por segundo acessando conteúdos eróticos;
  • são feitos 1 bilhão de downloads de material pornográfico a cada mês;
  • desta fatia, 78% correspondem aos homens e 22% de mulheres;
  • 17 % das mulheres já se dizem viciadas em pornografia;
  • 80% dos jovens entre 15 e 20 anos já foram expostos a pornografia extrema;
  • 9 anos é o tempo médio em que uma criança tem seu primeiro contato com pornografia.

Para padre Wagner Ferreira, formador geral da Comunidade Canção Nova e doutor em teologia moral, a mídia contribui muito para a propagação da pornografia no mundo, porque encontrou aí um produto de comércio. “O objetivo é vender uma sexualidade vulgarizada, transformá-la num produto comercial”, diz o sacerdote.

Como se libertar deste vício?

O vício da pornografia é um problema que, na maioria dos casos, as pessoas vivem de forma silenciosa por causa da vergonha ou da carga de culpa pelo qual o assunto está envolvido. Mas também podem esconder fatores de desordem psicológica que necessitam de um acompanhamento profissional comprometido com os valores da pessoa humana. No entanto, o primeiro passo é assumir o problema.

“A pessoa precisa colocar limites no que vê na internet, na TV e nas revistas. Ela precisa buscar ajuda, partilhar com um amigo, com uma pessoa mais próxima. Quanto mais a pessoa esconde o problema, mais ele vem com força”, explica padre Wagner Ferreira.

“O primeiro passo é uma metanóia (mudança de mentalidade). A pessoa precisa romper com o mundo, assumir que é diferente e, sendo cristão, saber que vai fazer parte de uma minoria (que rompe com o mundo). Mas que ele não está sozinho, porque nós somos Igreja e temos uma multidão de santos que romperam com o mundo, viveram a castidade e, hoje, estão felizes na casa do Pai”, orienta padre Paulo Ricardo.

Confira, no infográfico, alguns passos para libertar-se do vício da compulsão sexual


22 de setembro de 2012

ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍTICA 2012

I - Tenho me empenhado, em outros anos eleitorais, em escrever aos católicos desejosos de ouvirem uma palavra orientadora de como se comportar durante as campanhas e principalmente na hora do voto. Este ano, pensava em fazer o mesmo. Porém, os fatos acontecidos ultimamente em nosso País e em nosso Estado quase me desestimularam a falar ou escrever sobre política. Quando penso em certas atitudes de políticos, eleitos pelo povo, de priorizar interesses pessoais com aumento dos próprios salários e tornando cada vez maior o abismo entre os que ganham demais e os que ganham de menos, fico assustado e desanimado. Mas, não podemos perder a esperança! Por isso, decidi escrever, mais uma vez, para todos, mas principalmente, para os eleitores que esperam uma orientação do Arcebispo.

Votar bem é um gesto de resistência, como também uma oportunidade para corrigirmos o erro das escolhas que fizemos no passado ao votarmos em pessoas que nos enganaram e não cumpriram o que se propuseram.

Quando escutamos, vemos ou ouvimos o noticiário político, estremecemos diante de tantas injustiças: salários altíssimos, desvio de verbas públicas, áreas precárias quanto à saúde, assistência social, educação, segurança. Em alguns casos, por falta de projetos e justificativas, em outros por ausência de recursos porque não houve prestação de contas, entre outras situações. Não poucas vezes, quase querendo justificar tudo isso, comenta-se que a sociedade está perdendo seus valores e princípios. É exatamente sobre princípios que escrevo esta carta com recomendações para este ano eleitoral: os Princípios da Doutrina Social da Igreja.

II - A Doutrina Social da Igreja é, no dizer de padre Fernando Bastos Ávila, sacerdote jesuíta e doutor em Ciências Políticas, um conjunto de princípios que a Igreja foi elaborando, ao longo do tempo, na busca de respostas para os “sempre novos problemas sociais”. A Doutrina Social é composta de ensinamentos elaborados a partir do Evangelho para orientar o comportamento e as relações humanas. E quais são esses ensinamentos? São quatro princípios: Dignidade da Pessoa, Bem Comum, Solidariedade e Subsidiariedade. Mas, deles nascem inúmeras normas e vários ensinamentos que orientam o comportamento e a convivência social.

Recordo-lhes alguns desses ensinamentos para que sirvam de orientação aos candidatos e aos eleitores. Aos candidatos que desejam se empenhar em projetos que venham a somar para uma melhoria social. Aos eleitores para que estes saibam em que se basear para escolher os candidatos. Espero, sinceramente, que estes princípios nos ajudem a votar com responsabilidade e a escolhermos bem o candidato que receberá nossa procuração para exercer o mandato no exercício do bem comum. Tomem nota: o voto é uma procuração que o eleitor dá ao seu candidato!

1. Como podemos saber se o candidato respeita a dignidade da pessoa? O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus. Sendo imagem de Deus, a pessoa não é uma coisa, e não pode ser tratada como uma coisa. A pessoa humana é alguém! A pessoa é o centro de todas as instituições sejam econômicas, sociais, religiosas, culturais ou políticas. Todas as instituições devem ser colocadas a serviço da pessoa!

Portanto, antes de darmos o nosso voto precisamos saber:

  • O candidato respeita o direito à vida desde a concepção até seu fim natural? 
  • Nos seus relacionamentos familiares, de trabalho, com os membros de seu partido e de outros partidos, existe respeito pelo pessoa humana? 
  • Se o candidato já exerceu mandato, como foi seu relacionamento com a sociedade? Ele foi porta-voz das necessidades dos eleitores? 

2. A pessoa humana não se realiza sozinha, mas em grupo, em comunidade. Buscar o bem comum deve ser o grande objetivo de quem se candidata a um cargo político e de quem vota.

Portanto, antes de darmos o nosso voto a um candidato precisamos estar seguros de que:
  • O candidato preocupa-se com a construção da paz. 
  • Os interesses que o candidato defende trazem benefícios para a maioria da população. 
  • Nos projetos e no discurso o candidato tem propostas relacionadas à assistência social, educação, transporte, saúde, informação, liberdade religiosa e respeito à vida humana desde a concepção até seu fim natural. 
  • O candidato conhece as competências do cargo que pretende exercer e qual a relação com outras esferas do Poder. Isto é, como o Vereador e a Câmara de Vereadores se relacionam com o Prefeito e o Poder Executivo, como o Deputado e a Assembleia Legislativa se relacionam com o Governador. 
  • Se o candidato já exerceu mandato averiguar como se comportou na defesa de direitos e princípios, se apoiou ou criou leis para seu próprio benefício, se privilegiou parentes ou colegas de partido. O bem comum exige renúncia a vantagens pessoais e privilégios para apenas alguns. 

3. Candidatar-se a um cargo político é colocar-se a serviço do bem comum. É propor-se a servir a pessoa e a sociedade como se fosse o próprio bem. É contribuir para que se crie uma rede de solidariedade, de tal forma que, as desigualdades diminuam e cresça a igualdade entre todos.

Então, procure saber qual é a história de vida do candidato, pergunte-se e observe:
  • O candidato militou em sua juventude ou idade adulta em associações, projetos sociais ou filantrópicos? 
  • Colocou-se a serviço de comunidades carentes, programas de inclusão social, campanhas de solidariedade por ocasião de enchentes ou outros desastres naturais? 
  • No exercício de sua profissão, teve alguma atitude ou comportamento de solidariedade com os que dele precisaram? 
  • O que o candidato tem, em sua história de vida, que demonstre essa preocupação com os outros? 

4. Cada instância de governo tem determinadas quais as funções e obrigações de sua competência. Isso é importante para que cada um cumpra o seu papel. Madre Teresa de Calcutá dizia que se cada parcela da sociedade cumprisse com suas obrigações, a assistência que ela e suas irmãs prestavam aos pobres não seria necessária. Esse compromisso de todos deve ser exercido de maneira ordenada, a começar por aqueles que estão nos cargos mais elevados. Todos podem e devem fazer algo pelo bem de todos.

Então, observe e certifique-se que o candidato:
  • Fala com clareza sobre as funções do cargo que pretende ocupar. 
  • Quando apresenta projetos menciona quem serão seus parceiros. 
  • É um incentivador provocando a participação de todos no interesse comum. 
  • Conhece os direitos e os deveres das outras instâncias do governo (municipal, estadual, secretarias, etc) com quem precisará dialogar. 

III - Talvez você, que leu esta carta até aqui, se pergunte neste momento: Mas como obter todas essas respostas?

O jeito é começar já a observar os candidatos e procurar informações sobre as histórias de vida daqueles que estão mais próximos.

Faço-lhes, ainda, algumas recomendações a serem observadas nos espaços celebrativos:
  • A Igreja não tem partido. Isso significa que nenhum candidato pode apresentar-se como representante da Igreja. 
  • Os leigos candidatos jamais poderão usar do serviço que a Igreja lhes confiou para se promoverem politicamente ou fazerem propaganda de seus candidatos. 
  • Jamais se utilizem do Culto Litúrgico para promover alguém a algum cargo político. 
  • Não usem emblemas, ou qualquer tipo de propaganda, em favor de algum candidato no recinto da Igreja. 
  • O Presbítero, diante da Comunidade Eclesial celebrativa, é homem de comunhão. Tem a missão de unir a todos na mesma fé, presidindo dignamente a Celebração Litúrgica. Por isso, ele está impedido de assumir qualquer facção político-partidária. 
  • Se o pároco julgar oportuno poderá promover debates no salão paroquial, obedecendo as regras que o Tribunal Eleitoral estabelece. Fora das celebrações, em particular, qualquer padre, como cidadão livre que é, tem todo direito de escolher seus candidatos e aconselhar as pessoas que pedirem orientação. 
  • Peço aos padres que não entrem em campanhas públicas, como em caminhões e outros veículos em defesa e propaganda de algum político. 
  • Tomem cuidado para não se deixar vincular com políticos que contradizem a nossa pregação dos valores cristãos. 
  • Fique claro a todos os irmãos e irmãs: nem os presbíteros, nem os diáconos poderão se candidatar a algum cargo político em nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. Qualquer desobediência neste sentido será motivo de advertência. Insistir na desobediência levará ao impedimento do exercício do ministério eclesiástico. 
  • Os religiosos não clérigos estão sujeitos à legislação de suas respectivas Famílias Religiosas, como também da Arquidiocese. 

Irmãos e irmãs, que as eleições de 2012 sejam um momento alegre de vivência plena da cidadania. Escolhamos nossos candidatos com muita responsabilidade e conhecimento para evitarmos tristezas e revoltas no futuro próximo. É tempo de festa e de exercício de nossa fraternidade cidadã. Comemoremos, também, a validade da Ficha Limpa para esta eleição. Ela é, como já disse em outra ocasião, uma homenagem aos Políticos.

Deus abençoe a todos e Nossa Senhora das Alegrias, a Virgem da Penha, nos ensine cada dia a vivermos a nossa identidade cristã.

Nos Sagrados Corações,

Dom Luiz Mancilha Vilela, ss.cc.
Arcebispo Metropolitano de Vitória - ES

Baixe a cartilha, versão para impressão, aqui.

19 de setembro de 2012

Oremos pelo nosso Pontífice N. (Bento XVI)


Que o Senhor o conserve, e lhe dê vida (longa), e o faça santo na terra, e não o entregue à vontade de seus inimigos. Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.

Oremos

Deus, pastor e guia de todos os fiéis, olhai cheio de bondade para o vosso servo, o Papa Bento, a quem quisestes colocar à frente da vossa Igreja como pastor. Concedei-lhe, Vos pedimos, a graça de fazer, por suas palavras e por seu exemplo, com que progridam na virtude aqueles de quem é chefe, e chegue, com o rebanho que lhe foi confiado, à vida eterna.

Amém.

16 de setembro de 2012

Hino/Clipe Oficial da JMJ Rio2013


(Hino Oficial da JMJ Rio2013)

Sou marcado desde sempre
com o sinal do Redentor,
que sobre o monte, o Corcovado,
abraça o mundo com Seu amor.

(Refrão)


Cristo nos convida:
"Venham, meus amigos!"
Cristo nos envia:
"Sejam missionários!"


Juventude, primavera:
esperança do amanhecer;
quem escuta este chamado
acolhe o dom de crer!
Quem nos dera fosse a terra,
fosse o mundo todo assim!
Não à guerra, fora o ódio,
Só o bem e paz a não ter fim.

Do nascente ao poente,
nossa casa não tem porta,
nossa terra não tem cerca,
nem limites o nosso amor!
Espalhados pelo mundo,
conservamos o mesmo ardor.
É Tua graça que nos sustenta
nos mantém fiéis a Ti, Senhor!

Atendendo ao Teu chamado:
"Vão e façam, entre as nações,
um povo novo, em unidade,
para mim seus corações!"
Anunciar Teu Evangelho
a toda gente é transformar
o velho homem em novo homem
em mundo novo que vai chegar.

8 de setembro de 2012

Natividade de Nossa Senhora

Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta "casa", que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.



Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.


De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.



Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.

Nossa Senhora, rogai por nós!

30 de agosto de 2012

Compare e tire suas conclusões


Após sofrer um corte em sua mão, Zakk Wylde permanece tocando e sua guitarra ficou banhada em sangue.


Após ser humilhado, flagelado e crucificado sem ter culpa alguma, Jesus permaneceu firme para nos dar salvação e Sua Santa Cruz ficou banhada de Sangue Redentor.

26 de agosto de 2012

A Vida de Santa Maria Faustina Helena Kowaslka

Glogowiec
1905 - 25 de Agosto - Nasce na aldeia de Glogowiec (atualmente distrito Wielkopolskie Polônia). 
- 27 de Agosto - Batizada na Paróquia de S. Casimiro em Swinice Warckie (diocese de Wloclawek).

1912 - Pela primeira vez ouve na sua alma uma voz que a chama para a vida de perfeição.

1914 - Primeira Comunhão.

1917 - Setembro - Começa a frequentar a escola primária.

1921 - Vai trabalhar em casa de uma família conhecida - os Bryzewski, e Alexandrow, perto de Lodz.

1922 - Volta à casa paterna e insiste que deseja entrar num Convento, mas os pais opõem-se.
- No Outono - Parte para trabalhar em Lodz. Entretanto, por um ano, emprega-se numa loja de Marcjanna Sadowska na rua Abramowskiego 29 (02.02.1923 - 01.07.1924).

1924 - Julho - Parte para Varsóvia para aí entrar num Convento. Apresenta-se na Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, na Rua Zytnia 3/9. A Superi­ora, recebendo Helena, promete-lhe admissão no Convento, porém a aconse­lha que vá trabalhar a fim de ganhar o suficiente para um modesto dote.

1925 - 10 de Agosto - Depois de um ano de trabalho como empregada doméstica apresenta-se novamente diante da Superiora do Convento, na Rua Zytnia e, desta vez, Vai então ser aceita começando o Postulado (a prova da vida religiosa).

1926 - 23 de Janeiro - Parte para a Casa do Noviciado, em Cracóvia.
- 30 de Abril - Tomada de hábito e mudança de nome; toma o nome religioso de Irmã Maria Faustina.
Irmã Maria Faustina
1927 - Março - Abril - A Irmã Faustina passa por um período de trevas interiores: essa provação vai durar um ano e meio.

1928 - 16 de Abril - Na Sexta-Feira Santa esta dolorida noviça sente-se envolvida pela chama do amor de Deus. Esquece os sofrimentos por que passou e reconhece mais vivamente quanto Cristo havia padecido por ela.

1928 - 30 de Abril - Terminado o Noviciado, após um retiro de oito dias, faz os primeiros votos temporários.
- 6-10 de Outubro - Na Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia realiza-se o Capítulo Geral. É escolhida para Superiora Geral a Madre Michaela Moraczewska, que será Superiora da Irmã Faustina durante toda a sua vida. Nos momentos difíceis, lhe prestará ajuda e consolo.
- 31 de Outubro - Parte para a casa religiosa de Varsóvia, Rua Zytnia 3/9, onde esta destinada aos trabalhos da cozinha.
Superiora Geral, Madre Michaela Moraczewska 
1929 - 21 de Fevereiro - 11 de Junho - Estadia temporária em Vilna (substituía uma Irmã que havia partido para a Terceira Provação).
- Junho - Foi mandada para trabalhar numa nova residência da Congregação, na Rua Hetmanka, em Varsóvia.
- 07 de Julho - Por pouco tempo é enviada para a casa em Kiekrz, perto de Poznan a fim de substituir na cozinha uma irmã doente.
- Outubro - Volta à casa da Congregação em Varsóvia, Rua Zytnia.

1930 - Maio-Junho - Chega à casa da Congregação em Plock. Ocupa-se aí sucessi­vamente na padaria, na cozinha e na despensa da padaria.

1931 - 22 de Fevereiro - Visão de Jesus Cristo que lhe manda pintar uma Imagem de acordo com o modelo que vê.

1932 - Novembro - Chega a Varsóvia para a Terceira Provação (de cinco meses), a que as Irmãs da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia são submeti­das antes de fazer os votos perpétuos. No mesmo mês há o retiro em Walendow, antes de iniciar a Provação.

1933 - Desloca-se a Cracóvia para o retiro de oito dias antes dos votos perpétuos. 
- lº de Maio - Faz os votos perpétuos (a cerimônia é presidida pelo Bispo Estanislau Rospond).
- 25 de Maio - Parte para Vilna.

1934 - 2 de Janeiro - Dirige-se pela primeira vez ao pintor E. Kazimirowski que devia vir pintar a Imagem da Misericórdia Divina.
- 29 de Março - Oferece-se pelos pecadores, especialmente por aquelas almas que perderam a confiança na misericórdia de Deus.
- Junho - A Imagem da Misericórdia Divina já está pintada. A Irmã Faustina chora por achar que Jesus Cristo não estava tão belo como ela O tinha visto.
- 12 de Agosto - Encontra-se muito debilitada. O Padre Miguel Sopocko admi­nistrou à Irmã Faustina o Sacramento dos Enfermos.
- 13 de Agosto - A saúde da Irmã Faustina melhora.
- 26 de Outubro - Ao dirigir-se com as meninas, do jardim, para ir jantar (dez minutos antes das 18 horas), a Irmã Faustina teve a visão de Jesus Cristo por cima da capela em Vilna, tal como O havia visto em Plock, isto é, com os raios pálido e vermelho. Os raios cobriam a capela da Congregação e a enfermeira das educandas, espalhando-se de pois por todo o mundo.

1935 - 15 de Fevereiro - A Irmã Faustina recebe a notícia de que sua mãe estava gravemente doente e parte para a casa paterna em Glogowiec. No regresso a Vilna, detém-se em Varsóvia, para se encontrar com a Madre Geral, Michaela Moraczwska, e com a sua antiga Mestra, Irmã Maria Josefa Brzoza.
- 19 de Outubro - Parte para um retiro de oito dias em Cracóvia.

Estanislau e Marianna Babel, pais de Santa Faustina (lado direito da foto)
1936 - 8 de Janeiro - Faz uma visita ao Arcebispo Romualdo Jalbrzykowski, metropolita de Vilno e comunica-lhe como Jesus Cristo está a exigir a fundação de uma nova Congregação.
- 21 de Março - Parte de Vilna para Varsóvia.
- 25 de Março - Foi transferida para a casa da Congregação em Walendow.
- Abril - É mudada para uma outra casa, na localidade de Derdy (a 2 km de Walendow).
- 11 de Maio - Parte de Derdy para Cracóvia para aí ficar definitivamente.
- 14 de Setembro - Encontro com o Arcebispo Jalbrzykowski que, estando de passagem por Cracóvia, visitou a casa da Congregação.
- 19 de Setembro - A Irmã Faustina vai a uma consulta no Sanatório de Pradnik (hoje Hospital João Paulo II).

1936-1937 - 9 de Dezembro de 1936 até 27 de Março de 1937 - Tratamento no Hospital de Pradnik.

1937 - 29 de Julho a 10 de Agosto - Estadia em Rabka.

1938 - 21 de Abril - O estado de saúde agrava-se e, por isso, regressa novamente ao Hospital de Pradnik.

1938 - Agosto - Última carta da Irmã Faustina à Superiora Geral, na qual pede per­dão por todas as faltas da sua vida e termina com as palavras: "Até à vista no Céu".
- 25 de Agosto - Recebe o Sacramento dos Enfermos.
- 2 de Setembro - Durante uma visita, o Padre Sopocko viu, no Hospital de Pradnik, a Irmã Faustina em êxtase.
Beato pe. Miguel Sopocko (1888-1975)
- 17 de Setembro - Regressa do Hospital para o Convento.
- 5 de Outubro - Às 22:45, a Irmã Maria Faustina Kowalska, após longos sofrimentos suportados com grande paciência, parte para o Senhor de quem há de receber a recompensa.
- 7 de Outubro - O corpo da Irmã Faustina foi sepultado no cemitério situado no jardim da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia em Cracóvia. 

1965 - Iniciou-se o Processo informativo da causa da beatificação da Irmã Faustina.

1966 - 25 de Novembro - Transladação dos restos mortais da Irmã Faustina do ce­mitério do Convento para a capela das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia.

1967 - 20 de Setembro - O Cardeal Karol Wojtyla encerra, com uma sessão solene o Processo informativo. Os documentos do Processo foram enviados para Roma.

1968 - 31 de Janeiro - Por um decreto da Sagrada Congregação para as Causas dos Santos é formalmente aberto o Processo de beatificação da Serva de Deus Irmã Faustina. 

1993 - 18 de Abril - Em Roma, no Domingo de Pascoela, foi beatificada a Irmã Maria Faustina Kowalska pelo Santo Padre, João Paulo II.

2000 - 30 de Abril - Em Roma, no Domingo de Pascoela, foi canonizada a Bem­-aventurada Faustina Kowalska pelo Santo Padre João Paulo II.

***

Imagem pintada por E. Kazimirowski - junho/1934

A Imagem de Jesus Misericordioso


A imagem de Jesus Misericordioso tem sua origem na visão que Faustina teve em 22 de fevereiro de 1931, conforme registrou ela no Diário, parágrafo 47 seguintes: 


(§ 47) À noite, quando me encontrava na minha cela, vi Nosso Senhor vestido de branco. Uma das mãos erguida para a bênção, e a touca tocava-lhe a túnica, sobre o peito. Da túnica entreaberta sobre o peito saíam dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. [...] Logo depois, Jesus me disse: "pinta uma imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: ‘Jesus, eu confio em Vós'. Quero que essa imagem [...] seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia".


Características dessa Imagem de Jesus são os dois raios, cujo significado foi por Ele esclarecido: "O raio pálido significa a água que justifica as almas; o raio vermelho significa o sangue que é a vida das almas. [...] Feliz aquele que viver à sua sombra". Disse ainda a Faustina o Divino Mestre: "Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras".

Santa Faustina, Discípula da Misericórdia Divina, rogai por nós!

14 de agosto de 2012

Por que abrir mão do voto secreto?

por Claudeci Pereira Neto*

Poucas vezes vi pessoas abrindo mão de algum direito. Em tempos eleitorais percebo um desses casos: cidadãos abrem mão do direito constitucional de os demais não saberem em quem irão votar nas eleições. 

Provavelmente você já foi questionado em quem irá votar para prefeito ou vereador. A maioria dos “eleitores entrevistadores” nem espera você processar a pergunta e já fala em quem votará e quais os motivos que o levou a tomar aquela decisão. 

Não sou contra as pessoas se posicionarem. É também constitucional a liberdade de expressão, desde que ela não fira outro direito. Geralmente quando me perguntam – e olha que não são poucas as pessoas que fazem isso –, para não ser mal interpretado, digo que ainda não sei. Mas essa não é uma boa resposta, pois o “entrevistador” cria asas para pintar de ouro seu candidato. É uma situação muito constrangedora. Melhor seria, num tom amigável, usarmos nosso direito e dizer que o nosso voto será secreto. 

Tomar Partido é escolher um lado. Como a própria palavra diz, partido representa uma parte. Uma parte da sociedade está sendo representada. E essa parte tem ou deveria ter um projeto e um modo de governar ou legislar o município. Tomar partido é escolher em qual lado você está. Contudo, não é isso que vejo. As pessoas não tomam partido, mas sim personificam a eleição de tal modo que a maioria desconhecem as siglas dos partidos, o que eles pensam, desconhecem as coligações etc. 

Mas a culpa não é somente dos “eleitores torcedores, advogados e entrevistadores”. De fato, nos últimos anos, todos os partidos estão muito parecidos. A busca pelo exercício do poder a qualquer custo tem deixado de lado princípios e bases partidárias. Quando poderíamos imaginar que partidos de esquerda fariam coligações com os de extrema direita? Os partidos, em regra, se aproximam para posições de centro, ou seja, em cima do muro é mais confortável. É mais fácil conquistar eleitores de ambos os lados. Assim a eleição é decidida, por exemplo, pelo uso direto ou indireto da máquina pública como propaganda política, pelo uso direto ou indireto, autorizado ou não, de instituições (como Igrejas e Associação de Moradores), pelo carisma do candidato e pela compra de votos. 

De dois em dois anos cidadãos viram bons advogados de seus supostos candidatos... É como se comportassem numa disputa de um campeonato de futebol, em que cada torcedor defende e aposta que seu time será campeão. Seu candidato, se eleito, lhe dá a sensação de vitória... Quantas vezes ouvi essa frase: “pelo menos eu não perdi meu voto!”. Acabou o “campeonato”, esquecem até qual time defendia antes do resultado das urnas. 

Ser ativista político não é perguntar as pessoas em quem irão votar. É querer orientar os eleitores na certeza de que o candidato que você escolheu é digno da confiança de todos, pois ele, sendo eleito ou não, trabalhará pelo bem comum. Perceba que a responsabilidade daqueles que defendem certo candidato não é pequena. É se expor ao limite. 

Enfim, usemos nosso direito de ficar calados diante de perguntas interesseiras e agucemos mais nossos ouvidos e nossa percepção para escolhermos com tranquilidade nossos candidatos. Usemos mais nosso direito e dever de voz para depois das eleições, quando cobraremos, daqueles que elegemos, nossos direitos coletivos com vista ao bem comum. Para nós cidadãos eleitores, ativistas partidários ou não, fica a sutil proposta de Marthin Luther King, quando dizia: “Não tenho medo do grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. Tenho medo é do silêncio dos bons”. Façamos política respeitando direitos e cumprindo nossos deveres.

*Graduado em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES e mestre na mesma área por esta Universidade.

13 de agosto de 2012

Quaresma em áudio a São Miguel Arcanjo

Duração áudio: 8min50sec / Autor: Pe. Luizinho / Participação: Casa de Discipulado de Lavrinhas/SP

Início: 15 de agosto        Término: 28 de setembro

Quaresma em texto, aqui.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate!

9 de agosto de 2012

Saiba a diferença entre Ascensão e Assunção

Próximo a solenidade da Assunção de Nossa Senhora, 15, muitos ainda não sabem a diferença entre Ascensão e Assunção.

Você sabe?

Pois bem, vejamos o que nosso Catecismo ensina sobre a:

Ascensão ( Domingo da Páscoa - data móvel)

§668 "Cristo morreu e reviveu para ser o Senhor dos mortos e dos vivos" (Rm 14,9). A Ascensão de Cristo ao Céu significa sua participação, em sua humanidade, no poder e na autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: possui todo poder nos céus e na terra. Está "acima de toda autoridade, poder, potentado e soberania", pois o Pai "tudo submeteu a seus pés (Ef 1,20-22). Cristo é o Senhor do cosmo e da história. Nele, a história do homem e mesmo toda a criação encontram sua "recapitulação"' sua consumação transcendente.

Assunção (15 de agosto)

... TAMBÉM EM SUA ASSUNÇÃO...

§966 "Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste. E para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo." A Assunção da Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos: 

Em vosso parto, guardastes a virgindade; em vossa dormição, não deixastes o mundo, ó mãe de Deus: fostes juntar-vos à fonte da vida, vós que concebestes o Deus vivo e, por vossas orações, livrareis nossas almas da morte.      


Resumindo de forma bem fácil, chegamos a seguinte conclusão:

Ascensão = foi de Jesus. Ele subiu ao Céu pelo próprio poder divino, é Deus.
Assunção = foi de Maria. Ela foi levada ao céu por Deus, e não pelo próprio poder.


5 de agosto de 2012

O que a Igreja Católica diz sobre o homossexualismo?

Nestes vídeos abaixo, padre Paulo Ricardo expõe o que a nossa Santa Igreja ensina sobre a questão do homossexualismo.


2 de agosto de 2012

Reflexão de Santo Agostinho sobre a morte

A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me deem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.

29 de julho de 2012

Mandamentos da Igreja Católica

1º – Primeiro mandamento da Igreja: "Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho".

Ordena aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição do Senhor, e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos, em primeiro lugar participando da celebração eucarística, em que se reúne a comunidade cristã, e se abstendo de trabalhos e negócios que possam impedir tal santificação desses dias (Código de Direito Canônico-CDC , cân. 1246-1248) (§2042).

Os Dias Santos – com obrigação de participar da missa, são esses, conforme o Catecismo: “Devem ser guardados [além dos domingos] o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania (domingo no Brasil), da Ascensão (domingo) e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de janeiro), de sua Imaculada Conceição (8 de dezembro) e Assunção (domingo), de São José (19 de março), dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (domingo), e por fim, de Todos os Santos (domingo)” (CDC, cân. 1246,1; n. 2043 após nota 252) (§2177).

2º - Segundo mandamento: "Confessar-se ao menos uma vez por ano".

Assegura a preparação para a Eucaristia pela recepção do Sacramento da Reconciliação, que continua a obra de conversão e perdão do Batismo (CDC, cân. 989). É claro que é pouco se confessar uma vez ao ano, seria bom que cada um se confessasse ao menos uma vez por mês, pois fica mais fácil de se recordar dos pecados e de ter a graça para vencê-los.

3º - Terceiro mandamento: "Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição" (O período pascal vai da Páscoa até festa da Ascenção) e garante um mínimo na recepção do Corpo e do Sangue do Senhor em ligação com as festas pascais, origem e centro da Liturgia cristã (CDC, cân. 920).

Também é muito pouco comungar ao menos uma vez ao ano. A Igreja recomenda (não obriga) a comunhão diária.

4º - Quarto mandamento: "Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja" (No Brasil isso deve ser feito na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa). Este jejum consiste em um leve café da manhã, um almoço leve e um lanche também leve à tarde, sem mais nada no meio do dia, nem o cafezinho. Quem desejar, pode fazer um jejum mais rigoroso; o obrigatório é o mínimo. Os que já tem mais de sessenta anos estão dispensados da obrigatoriedade, mas podem fazê-lo se desejarem.

Diz o Catecismo que o jejum "Determina os tempos de ascese e penitência que nos preparam para as festas litúrgicas; contribuem para nos fazer adquirir o domínio sobre nossos instintos e a liberdade de coração (CDC, cân. 882)".

5º - Quinto mandamento: "Ajudar a Igreja em suas necessidades"

Recorda aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222). Não é obrigatório que o dízimo seja de 10% do salário, nem o Catecismo nem o Código de Direito Canônico obrigam esta porcentagem, mas é bom e bonito se assim o for. O importante é, como disse São Paulo, dar com alegria, pois “Deus ama aquele que dá com alegria” (cf. 2Cor 9, 7). Esta ajuda às necessidades da Igreja pode ser dada uma parte na paróquia e em outras obras da Igreja.